Por Vitor Barbosa
Com a pandemia do coronavírus, as equipes de Fórmula 1 estão sendo severamente atingidas e muito dinheiro está se perdendo. Nesta segunda-feira, 04, Ross Brawn, diretor técnico da categoria, divulgou que o teto orçamentário para 2021 será de US$ 145 milhões, US$ 30 milhões a menos do que o previsto anteriormente.
Com uma diferença grande nos orçamentos das 10 equipes do grid, o teto orçamentário é o que reduz a diferença entre os carros. Com a redução dos gastos em evolução dos carros, as equipes menores poderão ter chances mais igualitárias, além de aliviar de certa forma a crise gerada pela parada da Fórmula 1 neste ano de 2020.
“Começamos com US$ 175 milhões, que foi uma longa batalha para chegar lá. Com a crise atual, agora vamos começar em US$ 145 milhões e a discussão realmente é quanto mais podemos reduzir nos próximos anos”, declarou Ross Brawn.
A Fórmula 1 prepara seu retorno para o início de julho, começando o campeonato na Áustria, com a possibilidade de duas corridas seguidas no país, sem a presença de público e com um limite de integrantes por equipes, sendo todos testados e isolados para que não haja possibilidades de contágio.
Foto: Beto Issa/GP Brasil de F1
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